quarta-feira, 27 de setembro de 2017

RESENHA: Os 13 porquês

Os 13 porquês Jay Asher 13 reasons why
Há anos tenho vontade de ler “Os 13 porquês”. As resenhas positivas pela blogosfera são inúmeras e, recentemente, os comentários (igualmente positivos) se intensificaram devido à série de TV inspirada no livro e produzida pela Netflix. Finalmente chegou a minha vez de conferir esta história.

Hannah Baker está morta. Seus colegas de colégio, entre eles Clay Jensen, mal podem acreditar que ela se matou ingerindo todas aquelas pílulas. Que motivos teria ela para um ato tão extremo? A resposta Clay recebe na forma de sete fitas, cada lado de cada fita conta um dos motivos que levaram Hannah ao suicídio. Eles são 13 no total e cada motivo está relacionado a uma pessoa. Se Clay recebeu as fitas, é porque ele é uma dessas pessoas, porque o esquema de Hannah funciona assim: você escuta e depois passa para a próxima pessoa da lista.

Temos duas narrativas acontecendo concomitantemente: as gravações de Hannah, nas quais ela revela seus pensamentos, se dirigindo diretamente a cada uma das 13 pessoas; e os pensamentos e reações de Clay enquanto escuta as tais gravações. Como se tratam dos pensamentos imediatos dele, uma narrativa se sobrepõe a outra. Para ajudar o leitor, há uma diferenciação na fonte. A estratégia do autor funciona muito bem já que podemos ver Clay reagir a cada um dos comentários, ao invés de acompanharmos cada relato de Hannah por completo para só então saber o que se passa pela cabeça dele.

Como o foco da trama são as fitas, há poucas interações entre Clay e outros personagens. A maioria dos acontecimentos são os comentados por Hannah. Justamente por isso, conhecemos os coadjuvantes apenas olhar parcial da menina.

E por mais que Clay seja o personagem que acompanhamos do início ao fim, Hannah é a nossa verdadeira protagonista, pois a história é sobre ela, sobre entender os seus motivos, mas sem urgência, afinal, já sabemos que ela morreu então não se trata de salvá-la, apenas de entende-la.

“Mas não dá para fugir de si mesmo. Não dá para tomar a decisão de deixar de se ver para sempre. Não dá para tomar a decisão de desligar aquele ruído dentro da sua cabeça.” (ASHER, 2009, p.153)

Confesso que depois de tanto tempo de expectativa, eu imaginava que o livro iria me impactar e me emocionar mais, mas isso não aconteceu porque os motivos de Hannah não me convenceram. O engraçado é que eu gostei disso. Em primeiro lugar, quem pode dizer o que é um motivo forte o suficiente que justifique suicídio? Em segundo, não se trata de aceitar os motivos de Hannah de acordo com as suas próprias convicções e sim de entender porque para ela aqueles eram motivos fortes o suficientes para que fizesse o que fez. Se trata de empatia, de aceitar e entender uma pessoa por ela mesma e não por você. Mais do que isso, “Os 13 porquês” mostra que nenhum acontecimento é isolado na vida de uma pessoa e que você nunca sabe o que as suas atitudes podem provocar ou ao que elas estão se somando. Toda pessoa tem uma bagagem e o seu ato, por menor que seja, vai se somar a essa bagagem e gerar consequências. Essa é a história de Hannah: um acúmulo de pequenas coisas - algumas que beiram a insignificância - mas que quando somadas adquiriram uma proporção que, para ela, foi impossível de aguentar. É o perfeito exemplo do efeito bola de neve.

Quando se vê por essa perspectiva, é possível entender porque motivos tão colegiais tenham levado a personagem a acabar com a própria vida (até porque, ela é uma adolescente no colégio. A vida dela – para o bom e para o ruim - gira em torno de coisas de colégio. Que outros motivos ela teria?) e talvez seja justamente isso que torne “Os 13 porquês” um livro tão importante quanto perigoso. As coisas que Hannah enfrenta acontecem nos corredores de todos os colégios e causam menos surpresa do que deveriam. O perigo está em adolescentes reagirem a isso da mesma maneira de Hannah. A importância está em ver o quão sérias podem ser as consequências de pequenos atos.

Com relação a “13 Reasons Why, ainda estou no início da série, mas os poucos episódios que vi até o momento já deixaram clara a diferença nas abordagens da história. Enquanto o livro foca intensamente em Hannah e no impacto que as gravações causam em Clay, a série ganha amplitude e inclui todos os personagens coadjuvantes. Enquanto no livro Clay interage com poucos, na série aqueles que já receberam as fitas interagem entre si, pois para eles não há segredos. Dessa forma, podemos entender o impacto das revelações da menina em todos. Além disso, temos a chance de acompanhar os pais de Hannah em seu luto. Por enquanto, não sou capaz de eleger a minha favorita (não que haja necessidade disso). Acredito que a série não nos dê um conhecimento tão íntimo de Hannah, mas gosto de poder conhecer os outros personagens. Com relação à trama principal, ou seja, as motivações de Hannah, esta permanece basicamente a mesma.

Título: Os 13 porquês
Autor: Jay Asher
N° de páginas: 256
Editora: Ática

Compre: Amazon - Submarino 
Gostou da resenha? Então compre o livro pelos links acima. Assim você ajuda o Além da Contracapa com uma pequena comissão.

32 comentários:

Michelli Prado disse...

Esta foi umas das leituras mais pesadas que fiz no ano, foi antes da série, por sempre ter curiosidade sobre um livro com esta temática. Ele nos toca de uma forma muito profunda, pois as vezes a pessoa pode estar sofrendo e não percebemos nada, ainda mais sobre julgar e criticar a outra pessoa. Fui as lágrimas com ele. Uma historia dolorida de se ler.

Luiza Helena Vieira disse...

Oi, Mari!
Eu adoro esse livro, mas achei que a série conseguiu abordar melhor a história, principalmente ao mostrar os coadjuvantes.
Beijos
Balaio de Babados
Participe das promoções em andamento e ganhe prêmios maravilhosos

Nessa disse...

Oi Mari
Eu assisti a série e depois li o livro e confesso que prefiro o livro. Ainda que seja um tema que eu não curto muito, vale a pena ler e refletir sobre.

Beijinhos
https://diariodeincentivoaleitura.blogspot.com.br/

Giulianna Santicioli disse...

Sou louca para ler esse livro, mas sempre que vejo ele está caro e não tenho coragem de dar quase 40 reais em um livro normal, assisti a série da Netflix e para ser sincera não gostei muito, não sei se no livro é assim mas achei que enrolaram demais e assisti só para falar que assisti, enfim, espero que encontre logo uma promoção desse livro para poder finalmente ler.
Beijos!

Nicole Longhi disse...

Oi Mari,
Eu assisti a série depois de ler livro, e fiquei fazendo mil comparações haha
A serie foca em vários personagens, enquanto livro não, porém achei o livro no total melhor, apesar de achar alguns pontos desnecessários pois acabavam colocando o suicídio como uma forma de saída e de uma maneira muito explícita ainda.

beijos

Sil disse...

Olá, Mari.
Eu peguei esse livro para ler depois de ter lido um livro com o mesmo tema que foi bem impactante e quando li esse acabei em decepcionando um pouco. também achei isso de os motivos não me convencerem, mas depois acabei pensando que não foi um motivo, mas a soma de todos eles juntos. Quanto a série acabei gostando mais dela do que do livro.

Prefácio

Gabriela CZ disse...

Faz bastante tempo que que quero ler esse livro, Mari. Mas não consegui esperar pra ver a série. Confesso que me desapontou um pouco saber que o livro não mostra muito dos coadjuvantes e nem o luto dos pais de Hanna, pois pra mim são pontos bem importantes da série. Porém, cada abordagem tem seu valor. Me chamou atenção menção de que as coisas que aconteceram com Hanna são típicas de colegiais, pois apesar de ser isso que se vê no início da série mais pra frente tem coisas um tanto fortes. De qualquer forma, empatia é a chave. Ótima resenha.

Beijos!

Gabriela Souza disse...

Oi! Sempre tive muita vontade de ler esse livro, mas depois de assistir a série meio que desanimei. Achei a série muito parada. Parece que nunca vai direto ao ponto, e acabei desistindo de olhar nos episódios finais hahaha Espero que o livro não seja assim. Beijos

Paula disse...

Oi Mari,
Tanto se falou e se fala em 13 porquês, mas ainda não vi a série nem li o livro.Sei lá, não quero ficar deprê. Mas, pretendo ler o livro primeiro e depois acompanhar a série. Gostei do que vc falou, em não julgar os motivos da Hannah, confesso que é difícil, sempre acabamos julgando, mesmo sem procurar entender o que o outro realmente sente. Quero ler, acho importante o foco do livro.
Um beijo
Paulinha S

O Que Tem Na Nossa Estante disse...

Oi Mari! Tudo bem?

Eu fiquei com vontade de ler desde que vi a série que me impactou bastante! Acho que vc tem razão não dá pra medir o motivo das pessoas! E me falaram que a série é melhor que o livro, mas só lendo pra ter certeza heheheheh

Bjs, Mi

O que tem na nossa estante

Ariane Reis. disse...

Oie Mari =)

Eu gostei bastante da série e pretendo ler a livro no futuro, mesmo sabendo que será o tipo de leitura que vai me deixar mal por alguns dias.

O tema é pesado e precisa ser debatido, por que ainda existe muito julgamento e gente que acha que depressão é frescura.

Adorei a resenha!

Beijos;***
Ane Reis | Blog My Dear Library.

Vanessa Vieira disse...

Gostei da resenha Mari. Imagino que não seja uma leitura fácil, porém extremamente válida e reflexiva. Pretendo assistir o seriado em breve. Beijo!

www.newsnessa.com

Sora Seishin disse...

Oi Mari!
Eu assisti a série da Netflix e gostei bastante, mas confesso que sofri demais com ela. Não li o livro, gostei de conhece-lo através da sua resenha.

Beijos,
Sora | Meu Jardim de Livros

Michael Vasconcelos disse...

Oie!

a Katerine resenhou lá no blog e amou. Já eu assistir só a série e é maravilhosa também!
Abraços...

https://submundosliterarios.blogspot.com/

Jessica Bueno disse...

Eu também senti muita diferença entre o livro e a série. Li o livro 9 anos atrás, na época eu me impactei com a história, eu era adolescente igual a Hannah e infelizmente o livro me levou a ter ideias bem suicidas, ao invés de me ajudar pelo que eu passava, me incentivou, mas eu consegui sair dos meus problemas na época. Agora, a série parece ter mostrado uma história muito diferente da que eu li, com momentos mais impactantes e muito feios de se ver, mas uma coisa que a série fez, que ainda não sei o que pensar, é ter mostrado os "porquês" arrependidos do que fizeram, se ferrando e tudo mais, sendo que no livro eles nem aparecem, nem sabemos o que rola com eles. Outra coisa é o processo... o pen drive no final com as gravações da Hannah, eu acho que a série levou as coisas para outro lado sabe? Como se o suicídio da Hannah estivesse, não só impactando a galera, mas "resolvendo" o bullying (por causa dos arrependimentos e do processo)

Marlene Conceição disse...

OI Mari.
Esse livro é muito triste, porém assim como você os motivos dela não me convenceram nem um pouco, eu não sei se isso é frio da minha parte, mas ainda assim não posso mudar minha opinião, eu fico triste em saber que muitas outras pessoas estão passando por coisas do tipo e escolhendo o mesmo caminho, eu gostei porque ele abriu meus olhos para muitas verdades e me fez refletir muito a respeito do assunto.
Bjs.

Nana Barcellos disse...

Oi Mari,
Concordo com você sobre o fato do livro e a série também, serem perigosos. E ambos exigem muito da empatia de quem lê ou vê. O livro eu achei que fosse mais pesado quando comecei a ler, mas achei que a série foi quem cumpriu esse papel. Os últimos epis são bem tensos. Ótima resenha.

tenha um ótimo final de semana =D
Nana - Canto Cultzíneo

Isabela Carvalho disse...

Olá Mari ;)
Desde que o livro foi lançado ele estava na minha lista de leitura, mas não sei porque sempre "ficava pra trás", ai quando vi a série fiquei animada pra ler o livro, mas vi algumas resenhas meio negativas, dizendo que a série é melhor e mais ampla (o que quase nunca acontece convenhamos), ai me desinteressei de novo em ler o livro.
Gostei da sua resenha, e acredito mesmo que a série foi mais além, e teve essa interação legal dos porquês entre si e com o Clay.
Bjos

Renata Leite e Isadora Klauck disse...

Oi, Mari!

Eu assisti à série e terminei logo nos 2 primeiros dias ao lançamento dela na Netflix. Gostei demaiss, achei que todos os personagens foram muito bem explorados e me emocionou muito. Queria ler o livro, mas nunca acho um preço bom dele por aí :(

Beijos,
Isa
Viciadas em Livros
Participe do Amigo Secreto Literário do Viciadas em Livros

Caverna Literária disse...

Resenha espetacular, Mari! Faço das suas palavras as minhas. Na minha resenha de Os 13 porquês falei basicamente o mesmo que você. Também não achei os motivos da Hannah o suficiente para a atitude que ela tomou, mas não somos nós quem devemos julgar isso. Não estávamos na pele dela para compreender o que ela estava sentindo. O que para mim é pouco, para outro pode representar a ruína completa. E não foi mesmo um evento ou outro separados. Foi uma bola de neve, um julgamento após o outro, uma decepção atrás da outra que a levou até seu fim. E é triste de ver e perceber que tantas outras pessoas passam elo mesmo bullying que ela. Não temos a menor noção do que as nossas palavras e atitudes vão causar na vida do próximo. E a série é mesmo mais envolvente e esclarecedora, principalmente por contar a parte dos personagens que são os porquês, por vermos a situação de uma forma ampla, não apenas pelos olhos da Hannah. Pode continuar assistindo que você vai se comover bem mais com a série!

xx Carol
http://caverna-literaria.blogspot.com.br

Alana Gabriela disse...

Helloo, Mari! Tudo numa nice?!
Que texto maravilhoso e limpo. :)
Então, eu ainda não li o livro e nem pretendo. Acho que fiquei com preguicite depois de ter assistido a série - que eu não gostei por achar que nela há muitos gatilhos e que certas coisas foram mal abordadas. Não consegui sentir toda a empatia que estava buscando.
Enfim, a sua perspectiva do livro me fez abrir os olhos quanto a julgarmos o motivo da ação de cada um. Não somos iguais e uma determinada atitude pode impactar uma pessoa mais do que outra. Essa perspectiva justamente por não ter te impactado tanto quanto esperava me fez refletir.
Ótima resenha.
Beijin...
https://piecesofalanagabriela.blogspot.com.br/

Marco Antonio Marco Antonio Sousa da Silva disse...

Olá Mari,

Esse livro está na minha lista de desejados, a cada resenha que leio fio ainda mais curioso, a série é muito boa, parabéns pela resenha....bjs.


http://devoradordeletras.blogspot.com.br/

Marta Izabel disse...

Oi, Mari!!
Gostei muito da sua resenha pois a sua opinião e bem parecida com a minha, quando li o livro no final do ano passa do não consegui me emocionar tanto assim com os motivos da Hannah para cometer o suicídio, é depois que assisti a série sentir algumas diferenças entre o livro e a série, principalmente por que a série fala muito mais sobre os outros personagens e não é focado só na Hannah. Bem, fiz essa leitura por que queria muito assistir a série e não pegar nenhum detalhe relevante da estória.
Bjoss

Monique Fonseca. disse...

Eu li o livro antes de assistir a série ,mas gostei dos dois apesar de achar que a série foi meio equivocada em alguns pontos, porém como você gostei de assistir as consequências do ato de suicídio da Hannah,e além disso os atores da série são muito talentosos o Dylan que interpreta o Clay me passou uma verdade muito grande,além da trilha sonora da série, espero a segunda temporada que talvez seja desnecessária,mas que mesmo assim eu vou assistir rsrs.

https://euhumanaefinita.blogspot.com.br

RUDYNALVA disse...

Mari!
Falar sobre um tema como suicídio e ainda assim deixar a narrativa carregada de mistério, não é um tarefa fácil.
Acredito que o verdadeiro sentido do livro seja realmente mostrar para as pessoas que levaram a protagonista a cometer tal ato, o quanto elas a fizeram mal e aí ela consegue retribuir na mesma altura, todo sofrimento imposto a ela.
Devemos mesmo pensar em nossas atitudes e palavras, porque elas podem afetar alguém de uma forma que nem imaginamos…
Um final de semana de muita inspiração e paz no coração!
“Eis um teste para saber se você terminou sua missão na Terra: se você está vivo, não terminou.” (Richard Bach)
Cheirinhos
Rudy

Aline M. Oliveira disse...

Não li o livro, mas vi a série. Gostei muito pelo fato de mostrar o quanto nossos julgamentos e pré-conceitos prejudicam a vida de uma pessoa. Gostaria muito de ler, pois sei que teria uma visão mais detalhada da história de Hanna, e de como ela chegou a esse ponto tão triste. Acredito que o assunto tem que ser super abordado, já que vivemos numa época triste, onde as pessoas as vezes não encontram saídas.

Alessandra Salvia disse...

Oi Mari,
Eu li esse livro e não fui tão impactada como fui pela série na Netflix.
Não sei te dizer o que exatamente foi mais chocante, porém é uma temática necessária e acredito sim que devemos falar sobre o suicídio.
beijos
http://estante-da-ale.blogspot.com.br

Naiara Fidelis Da Silva disse...

Faz um tempo que estou com vontade de ler este livro. Com o surgimento da série esta vontade aumentou mais ainda.
Nem assisti a serie ainda, pois quero ler o livro primeiro.

Ana I. J. Mercury disse...

Oi Mari,
gostei muito da sua resenha. É como você bem disse, as coisas pequenas, foram somando todas e prejudicando a Hanna dia após dia.
Quero muito ler o livro, mas tenho um certo receio, porque temas fortes assim, sempre mexem muito comigo, me deixam bem emocionada e até meio depre, então, espero me preparar.
bjs

Amanda Barreiro disse...

Olá! Eu não li, mas vi a série. Dizem que muda muita coisa, mas prefiro não me ater nas diferenças, e sim no drama real: o suicídio. Como você disse, é uma história um tanto quanto perigosa, cheia de triggers para quem está sofrendo ou já sofreu coisas parecidas, mas também cheia de alento para que as vítimas de bullying percebam que não estão sozinhas, que não acontece só com eles. A série mexeu demais comigo e me deixou mal, então não quero ler o livro pra não vivenciar isso de novo, mas é muito importante sim. Beijos.

Jessica Andrade disse...

Olá,

Ainda não li o livro, mas comecei a assistir a série, é uma tema muito interessante a ser abordado, espero mais para frente pode ler a história.
Bjs e um bom Domingo!
Diário dos Livros
Siga o Instagram

Eduarda Graciano disse...

Por alguma razão não gosto dessa capa rs, mas vejo ela muito por aí, pq realmente é um livro muito bem falado. A série nem se fala.
A série eu não fiquei com um pingo de vontade de ver... um pelo "auê" todo em volta, dois pq vi o trailer e achei muito adolescente... ainda tenho a intenção de assistir pq meus amigos estão insistindo.
Eu pensei que esse livro fosse mais novo, pq há uns dois anos que vejo bastante ele pelas redes sociais... mas uma das meninas falou aí que leu há 9 anos! o_o
Enfim... pela resenha deu a entender que o livro é uma coisinha mais bem estruturada e talvez tenha menos essa "aura teen" que eu vejo nele. Talvez valha uma arriscada, afinal rs
Bjss

http://www.cafeidilico.com/

Postar um comentário

 

Além da Contracapa Copyright © 2011 -- Template created by O Pregador -- Powered by Blogger